{"version":"1.0","provider_name":"Desejo de Viver Blog","provider_url":"https:\/\/desejodeviver.com.br","author_name":"Andr\u00e9 Luis Cia","author_url":"https:\/\/desejodeviver.com.br\/index.php\/author\/andre-ciahotmail-com\/","title":"ENTREVISTA ESPECIAL: De peito aberto para o mundo e para a vida: a trajet\u00f3ria de uma brasileira poliglota que viveu em 6 pa\u00edses e que se diz pronta para novas aventuras. - Desejo de Viver Blog","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"7sn9XjUuLl\"><a href=\"https:\/\/desejodeviver.com.br\/index.php\/2024\/05\/01\/de-malas-prontas-para-o-mundo\/\">ENTREVISTA ESPECIAL: De peito aberto para o mundo e para a vida: a trajet\u00f3ria de uma brasileira poliglota que viveu em 6 pa\u00edses e que se diz pronta para novas aventuras.<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/desejodeviver.com.br\/index.php\/2024\/05\/01\/de-malas-prontas-para-o-mundo\/embed\/#?secret=7sn9XjUuLl\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;ENTREVISTA ESPECIAL: De peito aberto para o mundo e para a vida: a trajet\u00f3ria de uma brasileira poliglota que viveu em 6 pa\u00edses e que se diz pronta para novas aventuras.&#8221; &#8212; Desejo de Viver Blog\" data-secret=\"7sn9XjUuLl\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/www.desejodeviver.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/MariDinam3.jpg","thumbnail_width":960,"thumbnail_height":720,"description":"Quando pequena, seu sonho era ser uma estrela da Disney. Sonhava em ser atriz, cantora e dan\u00e7arina. O tempo passou e os sonhos foram reescritos. N\u00e3o virou uma artista internacional, mas nem por isso deixou de espalhar sua marca em diferentes pa\u00edses por onde passou. Aos 30 anos, faz da parte da gera\u00e7\u00e3o Y ou milenar- como s\u00e3o conhecidos os nativos digitais desse per\u00edodo (nascidos entre 1982 e 1994). Apesar da pouca idade, Marienne Cacho Pires, a Mari, como \u00e9 mais conhecida, tem um curr\u00edculo invej\u00e1vel no bom sentido. Viveu em seis diferentes pa\u00edses, e integra o grupo de pessoas que sonha em trabalhar de qualquer lugar do mundo. Em seu caso, o home office n\u00e3o \u00e9 apenas uma heran\u00e7a p\u00f3s-pandemia, mas uma realidade que sonha em viver. Segundo levantamento do YouGov Surveys com profissionais de 17 mercados internacionais em outubro de 2023, 24,6% prefeririam trabalhar em casa, 51% em um esquema h\u00edbrido e 20,3% no escrit\u00f3rio. \u201cEstou totalmente aberta \u00e0s oportunidades que o mundo pode me proporcionar, e o mais interessante \u00e9 que o meu trabalho pode ser realizado de qualquer lugar\u201d, revela Mari. A Intelig\u00eancia Artificial (IA) \u00e9 uma das grandes novidades do mundo moderno e tem avan\u00e7ado cada vez mais em todos os setores tornando-se um dos principais assuntos do momento. Foi pensando nesta quest\u00e3o e na experi\u00eancia internacional que herdou apesar de t\u00e3o jovem que a reportagem do blog \u201cDesejo de Viver\u201d (www.desejodeviver.com.br) convidou Mari para um bate papo com o intuito de ajudar outras pessoas que sonham em viver no exterior e n\u00e3o sabem por onde come\u00e7ar. Sua entrevista vai de encontro ao meu projeto pessoal \u201cDi\u00e1rio de um imigrante\u201d, s\u00e9rie especial que conta as minhas aventuras e desventuras por diferentes pa\u00edses. Nesta entrevista especial, Mari falou dentre outras coisas, sobre o seu desejo de voltar a viver no exterior, sobre a import\u00e2ncia de estudar idiomas, dentre outras coisas. &nbsp; BLOG: Apesar de ser uma realidade no mundo moderno o grande p\u00fablico ainda desconhece a IA. Voc\u00ea acredita que mesmo assim ela invadir\u00e1 todas as \u00e1reas e chegar\u00e1 a todas as camadas da popula\u00e7\u00e3o? MARI: Eu acredito que a gente vai ver uma evolu\u00e7\u00e3o progressiva do uso da IA nas nossas vidas. O Brasil n\u00e3o \u00e9 um pa\u00eds t\u00e3o desenvolvido tecnologicamente ao n\u00edvel de sociedade quanto a gente gostaria que fosse. Alguns modelos de celular, por exemplo, nem chegam aqui. Eu vou dar um exemplo bem claro.&nbsp; A Alexa come\u00e7ou a ficar popular aqui mais ou menos em 2020. Quando eu sa\u00ed da Inglaterra em 2018, ela j\u00e1 era super popular. Todos tinham uma em casa, seja pra acender a luz ou ajustar a temperatura. E aqui n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o popular ainda tamb\u00e9m por quest\u00e3o financeira. Infelizmente, n\u00f3s vivemos em um pa\u00eds bem desigual e com um sal\u00e1rio m\u00ednimo defasado. A IA \u00e9 um tema muito debatido por quem est\u00e1 na bolha da tecnologia e at\u00e9 mesmo na bolha do marketing que \u00e9 uma das \u00e1reas que mais est\u00e1 sendo afetada, mas em outras ela ainda n\u00e3o est\u00e1 tendo tanto impacto. Eu acredito que a gente vai ter nos pr\u00f3ximos cinco anos uma mudan\u00e7a muito r\u00e1pida de tudo que est\u00e1 acontecendo. \u00c9 s\u00f3 voc\u00ea parar para olhar o chat GPT. A&nbsp; OpenAI lan\u00e7ou a ferramenta h\u00e1 mais ou menos um ano e meio e olha quanta coisa a gente j\u00e1 n\u00e3o viu de avan\u00e7o no mundo da IA, n\u00e3o s\u00f3 de escrita, mas de gera\u00e7\u00e3o de imagem e v\u00eddeo. Penso que o chat GPT est\u00e1 para IA assim como iPhone est\u00e1 para os smartphones. Antes do iPhone todos os celulares tinham teclado; depois, eles passaram a ser touchscreen. \u00c9 um caminho sem volta, mas tamb\u00e9m creio que n\u00e3o vai ser uma coisa que vai demorar 50 anos, mas tamb\u00e9m n\u00e3o vai ser naquela velocidade louca que muitos est\u00e3o propagando por a\u00ed. BLOG: Como voc\u00ea v\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o da IA no campo de servi\u00e7os? MARI: Eu acredito que grande parte dos trabalhos v\u00e3o ser feitos por IA.&nbsp; Tomo como exemplo a agricultura. O nosso pa\u00eds \u00e9 um produtor muito forte de gr\u00e3os e aqui j\u00e1 tem algumas fazendas que utilizam IA para automatizar a irriga\u00e7\u00e3o, o plantio e a colheita. Nos EUA grande parte das fazendas grandes j\u00e1 fazem isso. Eu acredito que grande parte dos trabalhos v\u00e3o ser feitos por IA.&nbsp; BLOG: Voc\u00ea a v\u00ea como uma amea\u00e7a para algumas profiss\u00f5es ou d\u00e1 para us\u00e1-la em benef\u00edcio pr\u00f3prio se souber aproveitar suas potencialidades?&nbsp; MARI: Sobre ela ser uma amea\u00e7a, eu acredito que as pessoas n\u00e3o ser\u00e3o substitu\u00eddas por IA, mas sim por pessoas que sabem utiliz\u00e1-la. Para colher gr\u00e3os voc\u00ea precisa de v\u00e1rias pessoas fazendo isso manualmente caso voc\u00ea n\u00e3o tenha uma colheitadeira. Se voc\u00ea tiver uma precisar\u00e1 de uma pessoa para manuse\u00e1-la. Com a IA alguns trabalhos v\u00e3o ficar obsoletos e servi\u00e7os que precisavam de muitos funcion\u00e1rios, em breve, precisar\u00e3o de poucos gra\u00e7as ao uso da IA que economizar\u00e1 tempo e custos. A melhor maneira de lidar com ela n\u00e3o \u00e9 tendo medo, mas sabendo trabalhar. Ela n\u00e3o pode ser terra de ningu\u00e9m. Precisamos ter um \u00f3rg\u00e3o regulamentador de como lidar com a IA.&nbsp; Do mesmo jeito que a gente precisa de leis para conviver em sociedade, precisamos de leis para regulamentar, pois n\u00e3o d\u00e1 s\u00f3 para deixar as pessoas fazerem o que elas quiserem. BLOG: Se por um lado, a IA \u00e9 uma realidade, muitos setores t\u00eam trazido coisas antigas de volta, como o vinil. &nbsp;J\u00e1 existe projeto para retomada das vIdeolocadoras e de produtos que as novas gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o conhecem e nem nunca ouviram falar. Como voc\u00ea v\u00ea essa luta entre o novo e o velho no mercado?&nbsp; MARI: Eu acho que o antigo sempre vai despertar a curiosidade. Tem pessoas que quando viajam, \u00e0s vezes, compram aquelas penas e tinteiros para poder escrever, algo que n\u00e3o fazemos desde que a caneta foi inventada.&nbsp; Acredito que o passado sempre vai gerar um pouco de curiosidade para quem n\u00e3o viveu ele, como as novas gera\u00e7\u00f5es, e tamb\u00e9m um pouco de nostalgia por quem estava presente quando ele aconteceu. BLOG: Como vc se tornou uma Product Marketing Manager?&nbsp; MARI: Na adolesc\u00eancia, algumas das minhas amigas iam fazer a famosa festa dos 15 anos. Eu vi meus pais conversando sobre isso e decidi que eu n\u00e3o queria. Era muito dinheiro para uma noite s\u00f3 e que se eles quisessem eu poderia fazer um interc\u00e2mbio.&nbsp; Demorei tr\u00eas meses para convenc\u00ea-los, mas deu tudo certo e eu tive a oportunidade de morar no Canad\u00e1. Fiz um ano de ensino m\u00e9dio (high school) l\u00e1 e ali mesmo eu decidi que eu queria estudar rela\u00e7\u00f5es internacionais porque queria representar o Brasil. No entanto, quando eu comecei a faculdade eu vi que n\u00e3o era bem que eu esperava. Ainda na faculdade eu quis trocar de \u00e1rea, mas eu n\u00e3o queria desistir do curso porque eu fazia uma universidade federal. Meus pais n\u00e3o pagavam mensalidade, mas custeavam &nbsp;meu aluguel e comida. &nbsp;Ent\u00e3o, eu n\u00e3o queria desistir. Comecei a pegar todas as oportunidades na \u00e1rea de marketing de comunica\u00e7\u00e3o que eu conseguiria trabalhar. Entrei numa ONG, fiz v\u00e1rios cursos e me profissionalizei na \u00e1rea de marketing. BLOG: Em linhas gerais, o que faz um profissional de Product Marketing Manager? MARI : O Product Marketing Manager (PMM) \u00e9 respons\u00e1vel por promover e posicionar o produto no mercado, com o objetivo de gerar demanda, aumentar a ado\u00e7\u00e3o e impulsionar as vendas. Eles desenvolvem estrat\u00e9gias de marketing para o lan\u00e7amento de novos produtos e campanhas de marketing cont\u00ednuas para produtos existentes, incluindo mensagens de posicionamento, segmenta\u00e7\u00e3o de mercado, cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, estrat\u00e9gias de precifica\u00e7\u00e3o e atividades de gera\u00e7\u00e3o de demanda. O PMM colabora de perto com equipes de vendas, desenvolvimento de produtos e marketing para garantir uma compreens\u00e3o clara do mercado-alvo e desenvolver estrat\u00e9gias eficazes para alcan\u00e7ar e converter clientes em potencial. Existem ainda duas outras extens\u00f5es: o Product Manager (PM) e o Product Owner. BLOG: Explique as diferen\u00e7as entre o Product Manager (PM) e Product Owner. MARI: O Product Manager (PM) \u00e9 respons\u00e1vel por liderar o desenvolvimento e o lan\u00e7amento de um produto, desde a concep\u00e7\u00e3o at\u00e9 a entrega ao mercado. Eles t\u00eam uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica e s\u00e3o respons\u00e1veis por definir a dire\u00e7\u00e3o do produto, identificar oportunidades de mercado, definir requisitos e prioridades, e coordenar as atividades de desenvolvimento com equipes t\u00e9cnicas e de design. O PM trabalha para garantir que o produto atenda \u00e0s necessidades do cliente, seja vi\u00e1vel do ponto de vista t\u00e9cnico e gere valor para a empresa. O Product Owner (PO) \u00e9 um papel dentro da metodologia \u00e1gil, geralmente em equipes Scrum, respons\u00e1vel por representar os interesses do cliente ou do usu\u00e1rio final. Eles trabalham em estreita colabora\u00e7\u00e3o com o Product Manager para traduzir a vis\u00e3o do produto em itens de backlog gerenci\u00e1veis, definir e priorizar os requisitos do produto, e garantir que a equipe de desenvolvimento esteja focada em entregar valor ao cliente. O PO \u00e9 respons\u00e1vel por tomar decis\u00f5es sobre o que ser\u00e1 desenvolvido em cada sprint, garantindo que o produto evolua de acordo com as necessidades do mercado e dos usu\u00e1rios. Mas esses dois pap\u00e9is cuidam do produto e do neg\u00f3cio, organizando a equipe.Na metodologia \u00e1gil mais raiz, o PM cuida da equipe e entregas, e o PO do que precisa ser feito dentro do produto em si, gerenciando ferramentas, n\u00e3o equipes. BLOG: Seus grandes incentivadores no campo profissional foram seus pais? MARI: Meus pais se separaram quando eu tinha seis anos de idade. Foi complicado, mas acabei assimilando muitas coisas na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia. Eu passava o ano todo em Campo Grande e as f\u00e9rias em Belo Horizonte. Apesar da separa\u00e7\u00e3o, os meus pais sempre me priorizaram. Quando eu era pequena eu pensava que eu tinha &#8220;o pior dos dois mundos&#8221; porque os meus pais n\u00e3o eram mais casados e eles decidiram ser amigos, mas priorizar meu relacionamento. Eles sempre estiveram ao meu lado e me diziam: &#8220;dinheiro a gente n\u00e3o vai te deixar. A heran\u00e7a que a gente pode te dar \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o`. &nbsp;Eles sempre investiram em escolas boas e priorizaram os meus estudos. Venho de uma fam\u00edlia de educadores. Eles acreditam que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 capaz de mudar a vida porque foi isso que mudou a vida deles. Ambos vieram de fam\u00edlias bem pobres e foi a educa\u00e7\u00e3o, e no caso deles, o concurso p\u00fablico, que transformou a vida da fam\u00edlia. Isso me possibilitou que eu nascesse em uma fam\u00edlia com uma condi\u00e7\u00e3o financeira mais est\u00e1vel e de classe m\u00e9dia. Quando meu pai faleceu de Covid h\u00e1 quase tr\u00eas anos, eu lembro que eu me senti totalmente perdida e sem ch\u00e3o. Sem saber o que fazer. Mas depois da dor, vi que ele me preparou para aquele momento. Para o dia em que eu n\u00e3o pudesse mais contar com ele. Ent\u00e3o, &nbsp;eu poderia apenas contar com o meu conhecimento, minha educa\u00e7\u00e3o e for\u00e7a de trabalho para me reinventar pessoal e profissionalmente. BLOG: Quando e come\u00e7ou o seu interesse em viver em outros pa\u00edses? Conte cada uma de suas experi\u00eancias no exterior e o que cada uma delas te trouxe. MARI: Eu sempre tive curiosidade de viajar o mundo e viver fora do pa\u00eds \u00e9 porque eu assistia muitos programas de viagem. Adorava assistir ao programa National Geographic. Eu sempre tive essa vontade dentro de mim de explorar o mundo, por isso, gosto muito de filmes de document\u00e1rios. Mas vamos ao relato de minhas experi\u00eancias internacionais.&nbsp; CANAD\u00c1: &nbsp;Como mencionei anteriormente, troquei a minha festa de 15 anos por um interc\u00e2mbio e foi l\u00e1 que eu aprendi a falar bem ingl\u00eas. Fui para uma cidade que n\u00e3o tinha nem 1 mil habitantes e onde o pessoal tinha um sotaque muito diferente. Era como se fosse um gringo vindo para o Brasil e indo viver em Minas Gerais. Eu morei no interior que \u00e9 um lugar onde ningu\u00e9m mora. Toda vez que eu conhe\u00e7o um canadense eu falo que eu morei l\u00e1 e a &nbsp;pessoa me olha chocada, mas isso me ajudou a entender diferentes sotaques em ingl\u00eas com facilidade. Ent\u00e3o n\u00e3o importa se estou falando..."}