O TEMPO QUE GABRIEL NÃO TEM
Aos sete meses de vida, o pequeno Gabriel começou a dar sinais de que algo não estava bem. Movimentos que antes pareciam naturais passaram a exigir mais esforço. As mãos já não respondiam da mesma forma. As pernas iam perdendo força. Enquanto a família buscava respostas entre consultas, exames e diferentes especialistas, a doença avançava em silêncio. Hoje, com apenas um ano de idade, o menino enfrenta uma batalha. Ele luta contra o próprio tempo para vencer uma doença rara: a AME (Atrofia Muscular Espinhal), enfermidade genética que compromete progressivamente os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo. Considerada uma doença genética rara com incidência aproximada de um em cada 10…
